
A Arcus nasceu da frustração de cinco arquitetos e engenheiros que vivenciaram de perto as ineficiências do mercado da construção: falta de coordenação entre projetos, retrabalho constante, custos imprevistos e criatividade engolida por processos mal estruturados.
Quando chegaram até mim, tinham algo valioso: metodologia sólida baseada em BIM e uma equipe tecnicamente competente. Mas faltava uma identidade visual que comunicasse quem eram de verdade.
O desafio era criar uma marca que transmitisse solidez, segurança e exatidão técnica, sem recorrer aos clichés dos escritórios tradicionais. Nada de capacetes e plantas genéricas. Nada daquela atmosfera corporativa sem alma.
O diagnóstico era direto: a Arcus precisava de uma marca que conversasse B2B com autoridade técnica, mas refletisse sua essência disruptiva — um escritório que usa tecnologia de ponta para eliminar retrabalho e humanizar processos.

A proposta então foi um solução completa materializada em duas entregas fundamentais:
um website institucional completo e responsivo, focado em converter visitantes em clientes e apresentar a expertise técnica da equipe; e
um manual de marca, documentando toda a nova identidade visual do escritório, incluindo logotipo reformulado, paleta de cores, tipografia, elementos gráficos e aplicações práticas.
Com o escopo ampliado e aprovado, o próximo passo foi desenhar o conceito que sustentaria cada decisão visual desse projeto.
O conceito central partiu de uma análise profunda do nome e da função da empresa. Arcus remete ao arco — uma estrutura arquitetônica que vence vãos, conecta pontos e distribui cargas de forma inteligente. O arco é, ao mesmo tempo, funcional e elegante. Técnico e orgânico. Forte e sutil.
Essa dualidade era exatamente o que precisávamos comunicar: a Arcus resolve problemas complexos (coordenação BIM, compatibilização de projetos multidisciplinares, detecção de interferências) de forma aparentemente simples e elegante. A tecnologia está ali, mas não se impõe. Ela serve.
A arquitetura da marca foi pensada para ser modular e flexível. O logotipo incorpora a essência dos arcos diretamente na tipografia — não como um ícone separado, mas integrado às próprias letras. Isso cria uma unidade visual forte e facilita aplicações em diversos contextos (desde bordados em uniformes até vinhetas em vídeos).
A partir do logo, desenvolvi um sistema de elementos gráficos baseado em sequências de arcos que podem ser usados como grafismos, molduras, separadores e backgrounds — garantindo consistência visual em todas as peças da marca.

Quando comecei o trabalho, fiz uma imersão profunda. Conversei com os sócios, entendi suas trajetórias, seus valores, suas frustrações com o mercado tradicional. Analisei concorrentes — a maioria seguindo o mesmo padrão visual conservador: azul e branco, imagens genéricas de obra, logos com capacetes e réguas. Ninguém estava comunicando inovação ou humanização. Era tudo igual.
A oportunidade estava justamente aí: criar algo diferente que ainda assim transmitisse confiança técnica.
Arcus remete ao arco — estrutura que vence vãos, conecta pontos e distribui cargas. Funcional e elegante. Técnico e orgânico. Essa dualidade era o que precisávamos comunicar: a Arcus resolve problemas complexos de forma aparentemente simples.
Essa paleta foge do clichê corporativo genérico. Ela tem personalidade. Ela equilibra tecnologia e humanidade, precisão e leveza.
Na tipografia, escolhi duas famílias que dialogassem com o conceito:
Instrumental Sans para títulos — para transmitir solidez, clareza e modernidade, com um peso forte no mercado de arquitetura. E K2D como fonte secundária — mais tecnológica, com uma pegada digital e contemporânea, ideal para corpo de texto e aplicações que exigem legibilidade.
Quando comecei o trabalho, fiz uma imersão profunda. Conversei com os sócios, entendi suas trajetórias, seus valores, suas frustrações com o mercado tradicional. Analisei concorrentes — a maioria seguindo o mesmo padrão visual conservador: azul + cinza, imagens genéricas de obra, logos com capacetes e réguas. Ninguém estava comunicando inovação ou humanização. Era tudo igual.
A oportunidade estava justamente aí: criar algo diferente que ainda assim transmitisse confiança técnica.
Comecei com papel e caneta, explorando formas, proporções e possibilidades. Rabisquei dezenas de variações do nome “Arcus”, testando como integrar a ideia do arco de forma orgânica, sem forçar. Algumas versões eram muito decorativas. Outras, técnicas demais. Até que encontrei o equilíbrio: uma tipografia fluida, tridimensional e arredondada, com um gradiente de azuis que cria profundidade e movimento.
O resultado é um logotipo que parece simples, mas carrega complexidade técnica — exatamente como o trabalho da Arcus. Ele é memorável sem ser gritante. Sofisticado sem ser arrogante.
Digitalizei tudo no Figma, refinei proporções, testei a legibilidade em diversos tamanhos e contextos (desde favicon até outdoor). Criei as variações necessárias: versão horizontal, versão vertical, versão em negativo, versão monocromática.
Depois, desenvolvi o sistema de elementos gráficos: sequências de arcos que podem ser usadas como backgrounds, molduras, separadores. Esses elementos reforçam a identidade visual e criam uma linguagem única e reconhecível.
Com a identidade visual definida, parti para a documentação. O manual de marca foi estruturado para ser um guia completo e acessível, cobrindo:
Usei Google Whisk para gerar imagens de contexto (obra + tecnologia) e Photoshop para tratamento, criação de templates de mockups e finalização das peças. O resultado foi um manual de mais de 30 páginas, visualmente rico e tecnicamente preciso.
Como o site foi uma das primeiras solicitações, desenvolvi a estrutura seguindo as melhores práticas de conversão e experiência do usuário, mas adaptadas ao contexto B2B técnico da Arcus.O site é one-page, otimizado para guiar o visitante por uma jornada clara:
O fluxo da página foi pensado para educar e converter: o visitante entra sem saber exatamente o que é coordenação BIM, entende o valor ao longo da navegação e, no final, está pronto para tomar a decisão de contato.Usei Elementor Pro e WordPress, garantindo um site responsivo (funciona perfeitamente em desktop, tablet e mobile), com microinterações sutis (hover effects, transições suaves) e otimizado para conversão (CTAs estratégicos, formulários diretos, integração com WhatsApp).
A Arcus deixou de ser “mais um escritório BIM” para uma marca reconhecida por abordagem técnica, moderna e humanizada.
Identidade visual funcional e versátil em qualquer contexto. Website como ferramenta de conversão eficaz. Manual garantindo consistência futura em toda comunicação.
Um dos desafios mais interessantes foi criar um logotipo que funcionasse tanto no digital quanto no físico. Testei aplicações em bordados (uniformes), gravações em metal (placas), impressões em grande formato (outdoors) e até em telas pequenas (favicon, ícone de app). O logo precisava ser legível e impactante em todos esses contextos. E deu certo.
A produção das imagens de contexto também foi um aprendizado importante. Usei Whisk com prompts muito específicos para gerar imagens que unissem obra (concreto, estrutura, realidade) com tecnologia (modelos 3D, telas, precisão digital). Depois, tratei tudo no Photoshop para garantir coerência visual, ajuste de cores e integração com a identidade da marca.
Rebranding se trata de reposicionar a marca no mercado. Não é “só desenhar um logo”. A Arcus tinha competência técnica, mas faltava identidade visual à altura. Conseguimos equilibrar inovação e confiança, modernidade e solidez. A paleta de azuis ganhou personalidade pela estrutura: não é o azul corporativo genérico, mas tons que contam uma história.
O logotipo integrado à tipografia fugiu do clichê “ícone + nome”, criando unidade visual memorável em qualquer aplicação.
O aprendizado que tiramos com esse projeto é que empresas técnicas não precisam necessariamente ter identidades conservadoras. É possível ser moderno e disruptivo sem perder a seriedade que o mercado B2B exige.
O rebranding da Arcus provou que tecnologia aplicada à construção merece identidade visual à altura da inovação que representa. Ou seja: fazer a marca refletir, com precisão, a excelência do trabalho entregue.

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